Home » » Violenta febre de desejo

Violenta febre de desejo

Estava um fim de tarde óptimo, calmo, ameno e eu por casa sem grandes planos para preencher as próximas horas.
O tempo foi passando e de repente recebi uma sms no telemóvel que dizia:
"Não aguento mais! Preciso de vê-la hoje. Palpita-me que vamos desfrutar bastante...
Continuo com erecção desde que a vi e só vai passar depois de a penetrar vezes sem conta."

Eu que até estava calma, com aquelas palavras alterei por completo a minha forma de estar! Senti-me inquieta, impaciente...
Por um lado a força da razão pesava na minha consciência, tinha plena convicção que não deveria envolver-me com aquele homem! Mas uma violenta febre de desejo despertava a minha libido fazendo fermentar o sangue pulsante dentro de mim!
Este era um encontro que gostaria de saber evitar a todo o custo, porém devo confessar que desejava aquele homem mais que tudo!
Há muito tempo que tentávamos forçosamente resistir aos impulsos comuns e tão íntimos que nos uniam...
Sem pensar respondi-lhe com uma sms provocante que apimentou ainda mais o seu desejo por mim...
"Bons olhos o leiam... Não posso mais evitar, não posso mais esconder este desejo recíproco que me une a si.
Sim, vamos pecar! Quero senti-lo, quero tocá-lo, quero lambê-lo... não o faço sofrer mais!"

Vesti-me de forma provocante, perfumei o corpo, fiz uma maquilhagem que me realçava os lábios carnudos que ele sempre faz questão de elogiar e meti-me no carro pronta para enfrentar aquela força da natureza que tanto desejava decifrar.
Há muito que ambos desejávamos este encontro... Sentia-me invadida por um desejo incontrolável, um nervoso miudinho, uma ansiedade que percorria cada canto e recanto do meu corpo!
Finalmente, depois de uma condução atribulada muito graças à pressa de querer chegar junto dele, cheguei à hora e ao local combinado!
Aquele homem lindo, de olhar meigo e sorriso maléfico esperava por mim...
Entrei apressadamente no seu carro novo, um topo de gama potente que nos levou ao cume de uma serra com uma vista divinal!
- Inês, desfrute a paisagem!
- É de facto um sítio lindo João, não conhecia!
- Sabe que há muito tempo a desejo, sofro por si, quero-a penetrar vigorosamente!
Aquelas palavras fizeram-me ferver, hum... como estava excitada, húmida, quente...
Sempre me senti extremamente bem ao lado dele, não sei explicar as tantas sensações que este homem me faz sentir. A verdade é que sinto por ele uma forte atracção, um tipo qualquer de paixão e uma amizade sincera traduzida em diálogos em nada monótonos.
Em poucos minutos a roupa foi saindo do corpo...
João serpenteou-me, devorou-me cada milímetro de carne, explorou-me e saboreou-me a pele com a sua língua atrevida.
- Inês tem um corpo fantástico, o seu peito é delicioso!
Toquei-lhe o sexo teso e volumoso que tanto queria dentro de mim... apalpei-o duro, grande e húmido. Era bem feito e eu queria dar-lhe um tratamento devido!
Num acto de desespero João agarra-me os cabelos, inclina o seu tronco e pede-me por favor que o abocanhe.
Abri a boca e deixei-o entrar, quando o senti delirei, chupei, lambi, senti o latejar das suas veias! Fi-lo quase vir-se na minha boca!
João gemia desenfreadamente enquanto proferia palavras obscenas mas deliciosamente excitantes...
- Apetece-me lambê-la toda, penetrá-la com todos os meus dedos, fazê-la gritar de prazer!
João sempre foi um homem cumpridor e bem educado, um cavalheiro charmoso que nada deixava passar em vão.
O meu corpo deslizou num ápice pelo banco de pele do topo de gama potente de João, que completamente excitado penetrou-me com dois dedos, lambeu-me com língua afiada enquanto a sua outra mão me apertava os mamilos rijos...
- Que boa que você é! Acho que estou pronto...
Obedeci ao seu pedido, como menina boazinha que sempre fui. Abri as pernas o máximo que pude. O meu clitóris excitado, sedento, ardendo de tesão pedia mais...
Era agora ou nunca!
Um forte arrepio percorreu-me o corpo no momento que João sem dó nem piedade me penetrou de uma só vez!
Senti as suas mãos firmes nos meus seios, a sua respiração quente, o barulho do seu sexo a entrar e a sair de dentro do meu, os gemidos, a humidade que escorria, o ritmo cada vez mais acelerado, mais fundo... enquanto cravava as unhas nas suas costas...
Trocá-mos de posição, de costas arqueadas e de rabo empinado deixei-o, de novo, instalar-se confortavelmente no meu interior. As pernas tremiam, a tesão fazia-se ouvir, o vaivém inicial, um misto de dor e prazer, o culminar, o jorro, o último grito, o tão desejado orgasmo!
O seu líquido misturado com o meu... delicioso sabor que provei...
João beijou-me com calma, prolongadamente...
- Inês, nunca mais a quero perder de vista!
E não mais perdeu...

Esta foi a primeira de muitas outras loucuras que cometemos...


João:
Devo confessar-lhe que consigo, o sexo...
é bom
é selvagem
é alucinante
e sempre sem tabus!


Our music, my dear!!!
Miss you...

 
Support : Copyright © 2015. pura mente impropria - All Rights Reserved